O projeto foi criado por um grupo de ex-alunos da Universidade de Stanford em 2019, sendo apenas necessário instalar uma aplicação e diariamente clicar no botão de mineração, gerando assim um mecanismo de "proof-of-engagement" com a validação dos utilizadores na rede.
Esta "fidelidade" dos utilizadores é recompensada com Pi, a criptomoeda da rede que, contudo, ainda não se encontra disponível para ser transacionada, não sendo possível (por ora) a sua troca por bens ou serviços.
O grande trunfo do projeto é a possibilidade de mineração sem custos para o minerador, que não tem a necessidade de adquirir hardware e consumir energia, como acontece com quem minera Bitcoin.
Só o tempo dirá se a Pi Network será a revolução anunciada ou apenas mais uma das muitas promessas no mundo das criptomoedas.
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